Análises técnicas sobre prova digital, cadeia de custódia e forense de dispositivos móveis.
Uma auditoria de método sobre a IPJ-A 3298613/2026 — com o código-fonte do IPED 4.2.2 e a documentação da Apple abertos ao lado
O que os metadados de um documento provam — e o que só uma segunda camada de prova pode estabelecer
O que é um hash, e por que afirmar o número sem dar como conferir esvazia a garantia
Rule 702, art. 473 do CPC e a Edição 281 do STJ — três caminhos para a mesma vedação
O que o advogado criminalista precisa entender antes de guardar a prova do cliente no Google Drive
O laudo bem formatado que nunca examinou nada — e a pergunta que o derruba
Os logs que o Termo de Apreensão não menciona — e o que a defesa pode fazer com eles
Por que 'não há registros' em uma extração pode significar que o evento existe, mas a consulta não o alcança — e o que isso muda na análise de cadeia de custódia de um dispositivo apreendido.
Por que capturas de tela têm valor probatório reduzido e o procedimento técnico para transformá-las em prova robusta: hash, ata notarial e cadeia de custódia.
Você já parou para ver tudo o que a internet sabe sobre você? Seu nome, suas fotos, seu endereço, seus dados — pode haver muito mais exposto do que você imagina.
Android e iOS registram cada desbloqueio, conexão e pareamento. Esses logs podem comprovar acesso indevido após a apreensão e fundamentar a quebra de cadeia de custódia.
O IPED é a ferramenta forense da Polícia Federal. Entenda a diferença entre extração e indexação e como configurações inadequadas podem suprimir dados decisivos.
Seu CPF exposto, fotos sem autorização, nome em processos antigos: a lei te dá o direito de remover ou desvincular muito mais do que você imagina. Entenda.